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Workshop Sokolova

7 jan

Em Março de 2015 teremos workshops da pole dancer Anastasia Sokolova, no Estúdio Naiara Beleza, em BH.

Serão dois níveis de workshop em turma: Intermediário e Avançado.

Work Intermediário – I hora e 20 minutos

Movimentos dinâmicos na barra estática, giros e combos by Sokolova e quedas exclusivas explicadas passo a passo.

Valor: R$ 280,00 para alunos do Estúdio Naiara Beleza

R$ 300,00 para alunos de outros estúdios

Work Avançado – 1 hora e 20 minutos

Combinações difíceis, giros, truques de inversões e quedas no pole com alto grau de dificuldade e assinados por Sokolova

Valor: R$ 280,00 para alunos do Estúdio Naiara Beleza

R$ 300,00 para alunos de outros estúdios

Private Class  – 1 hora

Valor: 600,00

Semi Private Class – 1 hora

Valor: 800,00 (R$ 400,00 por aluna)

Mais informações na página do estúdio: https://www.facebook.com/naiarabeleza.poledance

Vaga reservada mediante formalização via email e pagamento (depósito ou Pag Seguro)

Informações por email poledance@naiarabeleza.com.br

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Atualização:

Datas e horários dos workshops:

20/03/2015 (sexta)

  •     14:00 às 15:20 – Intermediário

21/03/2015 (sábado)

  •     13:00 às 14:20 – Intermediário
  •     15:40 às 17:00 – Intermediário
  •     19:00 às 20:20 – Avançado

22/03/2015 (domingo)

  •     13:00 às 14:20 – Intermediário
  •     15:40 às 17:00 – Intermediário
  •     19:00 às 20:20 – Avançado

PARA OS ALUNOS QUE JÁ FIZERAM O WORKSHOP, A POLE DANCER IRÁ PASSAR NOVOS MOVES PARA TURMAS PRIVADAS E SEMI PRIVADAS

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Minha Trajetória (e Um Pouco da Belo Horizonte) Com a Pole Dance

2 set

Artigo que escrevi para a primeira edição da  revista “A Distopia” que entrará em circulação muito em breve.

Antes do artigo aproveito para anunciar o vencedor da enquete: Pedro Paulo. Parabéns Pedrinho!

O artigo:

Minha Trajetória (e Um Pouco da Belo Horizonte)  Com a Pole Dance

Por Naiara Beleza

Ao ser convidada para escrever este artigo falando sobre a Pole Dance e o movimento que temos feito em Belo Horizonte, pensei duas vezes, pois não sou escritora nem jornalista. Mas achei que seria uma oportunidade única de poder relatar em primeira pessoa o que temos feito para inserir esta arte/dança/esporte na cidade, e fazer com que seja vista, compreendida e aceita como tal; sem preconceitos.

Não é tão simples pegar uma arte que historicamente tem um tabu erotizado pairando sobre ela e apresentar como uma novidade, desmistificando, tirando esse estereótipo. Estou nesta luta há cinco anos, e confesso que no princípio era muito mais pessoal do que uma batalha pela aceitação da Pole Dance em si, mas ao longo do caminho fui amadurecendo – não só como profissional mas também como pessoa – e entendi que Belo Horizonte precisava – e, de certa forma, ainda precisa – crescer no movimento tanto quanto outros lugares do país e do mundo. Percebi que minha missão deveria ir muito além de uma autossatisfação. Por isto minha trajetória com a Pole Dance se une à trajetória na cidade. Acho importante também mencionar aqui Rinara França, outra referência para BH: instrutora e fundadora da primeira academia na modalidade, a Vertical Studio, onde aprendi muito.

A melhor forma de mostrar uma arte é inseri-la dentro do circuito cultural da cidade. Assim, comecei a procurar lugares que se interessariam em apresentar uma novidade, e nada melhor que um local que havia acabado de inaugurar e tinha o intuito de ser inovador, adotando um conceito que pretendia se diferenciar daquela ideia comum das casas de show da cidade: a casa Nelson Bordello. Enviei um e-mail no qual eu me apresentei e falei o que era a Pole Dance e  por que seria interessante para eles apresentar, e em anexo mandei um vídeo filmado com a minha webcam, nos 20 metros quadrados do meu quarto, onde estava instalada minha primeira barra de Pole Dance, que com muito custo comprei, pela internet, da Inglaterra, pois no Brasil ainda não se vendia. O poste era desmontável – como expliquei no e-mail – e poderia ser instalado em (quase) todo lugar. O espaço era dividido entre cama, armário e mesa, então me sobravam pouco menos de dois metros de raio para giros e manobras. Neste espaço filmei meu primeiro piloto. Apesar de eu não ter me apresentado de uma maneira realmente profissional, foi o necessário para perceberem que poderia funcionar no espaço deles, e marcaram para a semana seguinte minha primeira apresentação em público. Eu tinha apenas uma semana para ensaiar e claramente não poderia ser no meu quarto. Consegui então a sala de uma amiga emprestada, onde quase morei durante esta semana, ensaiando incessantemente! Lógico, estava muito nervosa. Mas tudo correu melhor que o esperado. Um DJ e produtor influente na cidade estava lá e por sorte viu no meu trabalho algo muito promissor, inovador e diferente. Saí com um contrato de uma festa, que aconteceria uma vez por mês, e com as datas já agendadas para todo o ano. Durante esta festa já fui sendo vista por outros produtores e ganhando espaço para outros eventos.

Minha intenção era tirar toda a vulgaridade e mostrar a arte dos movimentos. Pelos comentários estava no caminho certo, todos que assistiam e me davam feedback diziam que consegui mudar a ideia que tinham desta dança. Uns diziam que iam lá por curiosidade e até com certo preconceito, mas que depois saíam com uma surpresa boa, tinham outra ideia da Pole Dance: viam técnica, arte e se surpreendiam ao ver que Pole Dance não é rebolar em volta de uma barra; ela possui um conjunto de movimentos que exigem treino e dedicação. Depois de algum tempo tinham sempre as pessoas frequentes, que já conheciam e admiravam, mas os que nunca tinham visto me agradavam ainda mais, pois eu voltava para casa com a sensação de ter mudado a cabeça de mais um. É muito gratificante.

Logo, além da dança, as pessoas começaram a se interessar também pela prática: me perguntavam onde aprendi, se eu ensinava, e a pergunta que mais me pegava era “será que consigo também?”. Eu não tinha certeza na época, porque eu tinha experiência com dança e também era ginasta, mas nunca desanimei ninguém. Minha intenção era justamente o contrário: quanto mais pessoas se juntassem a mim, melhor seria.

Resolvi me arriscar e começar a ensinar. Tive uma oportunidade de abrir turmas na academia Feminina, e o que eu vi a partir de então me surpreendeu: tive alunas de todas as idades, formas e pesos, e até uma de 61 anos! Todas conseguiam executar os movimentos em pouco tempo de prática, e iam melhorando ainda mais. Faziam giros, subiam, ganhavam força, sentiam resultado. Tive três anos de pratica em ensinar e depois abri minha própria academia, que agora completa um ano de existência.

Fui vendo que a Pole Dance de alguma forma mudava a vida das praticantes que estavam comigo. A autoconfiança, o corpo, os relacionamentos e o sentimento de superação em executar movimentos que exigem tanta técnica. Mais um ponto a favor da dança. Estas histórias mereciam ser compartilhadas, eram mais um passo para a aceitação. Criei então um blog para que todos pudessem ler as experiências destes praticantes (no masculino mesmo, porque também ganhamos alguns homens na prática). Este blog nasceu do exercício de escrever e relatar como a Pole Dance mudou a vida de cada um, e comecei com um sincero depoimento meu.

Hoje recebo diversos comentários positivos no blog, bem parecidos com aqueles que recebo nos shows.

“‘O Pole, agora eu sei: é completo. Ele é dança, ginástica localizada e terapia. É Yoga, circo e filosofia. É um tanto de coisa e não é nada disso. Isso porque é único. É Pole Dance.’ Confesso q tinha um certo preconceito, mas achei tão interessante que quero tentar um dia!!!”  (Silvia, como se identifica a pessoa em um dos comentários do blog, cita uma frase do depoimento da aluna Lu Senra.)

Hoje, muita coisa mudou. Já temos atenção de mídias respeitadas que tratam a Pole como arte, dança e esporte. Participamos de campeonatos nacionais de Pole Fitness e estamos nos preparando para os mundiais. Temos muitas profissionais apaixonadas e dedicadas e um público que já nos respeita. Ainda batalhamos por muitas coisas, mas aos poucos estamos vencendo principalmente o pré-conceito.

Enquete

4 maio

Nos posts anteriores coloquei depoimento de alguns dos meus alunos que quiseram participar, se identificar e escrever um pouco sobre o que é e o que significa o Pole Dance na vida de cada um deles. O exercício era mostrar para o público de fora como é a diversidade, as intenções e os resultados (até então) obtidos na academia.

O exercício vinha com uma recompensa, 1 mês de aula para o aluno que obtiver mais voto em seu depoimento. Todos foram lindos!! mas vamos votar em um? o que mais te identificou, o que você mais gostou ou o depoimento que seu (sua) amigo(a) te pediu para votar:

Quadro de horários das turmas de Pole Dance

5 abr

Quadro de horários (atualizado 13/8/2014)

Segunda

10:30 (iniciante/intermediário)

12:00 (iniciante)

17:30 ( iniciante)

18:30(iniciante)

19:30 (intermediário)

20:30 (masculino)

Terça

7:30 (yoga)

9:00 (yoga)

10:30 (iniciante)

12:00 (avançado)

17:30 (iniciante)

18:30 (intermediário)

19:30 (iniciante/intermediário)

20:30 (turma mista)

Quarta

10:30 (iniciante/intermediário)

12:00 (iniciante)

17:30 (iniciante)

18:30 (iniciante)

19:30 (intermediário)

Quinta

7:30 (yoga)

9:00 (yoga)

10:30 (iniciante)

12:00 (avançado)

17:30 (iniciante)

18:30 (intermediário)

19:30 (iniciante)

20:30 (intermediário/iniciante)

Sexta

14:30 (iniciante)

18:30 (intermediário)

19:30 (iniciante)

Sábado

11:00 (avançado)

13:30 (yoga)

14:30 (iniciante)

15:30 (intermediário)

Aulas particulares – favor entrar em contato

Maiores informações: envie uma mensagem inbox para nossa página no facebook www.facebook.com/naiarabeleza.poledance

pole dance

Pole Dance x Hobby x Ignorância – Pedro Paulo

21 mar

Que tal acabar com o preconceito acerca  dos homens que fazem Pole Dance? é um exercício completo para eles também, nos campeonatos já existe a categoria masculina. Homens que tiverem vontade, faça! porque é só enfrentando que conseguimos vencer ignorância.. falo por experiência própria.

Depoimento de outro aluno muito querido, o Pedro Paulo.:

POLE DANCE x HOBBY x IGNORÂNCIA

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Para acabar com o tédio de uma vida quase monótona e sedentária resolvi aderir a alguma prática esportiva, para curar a ansiedade mental, a inquietação, para mover-me, sair do tédio e monotonia e principalmente para deixar de vez o sedentarismo de lado e começar a exercitar-me. Procurava alguma prática que pudesse ter como HOBBY.

A procura foi incessante até que encontrei o POLE DANCE, isso mesmo, a prática esportiva mais completa que existe, do meu ponto de vista sim. Encantei-me. Em uma mescla de movimentos de ginástica, dança, balé, de interpretação, exercícios de força, de muita atitude, de disciplina, superação e conquista, enxerguei no POLE DANCE o HOBBY-ferramenta completo para sustentar-me.

Comecei a prática com muita dificuldade, e sentia-me recuado, ao ver as alunas em movimentos que, para mim, seria “impossível” de alcançar. Como todo começo é muito difícil, dediquei-me até que hoje bem sei que, no POLE DANCE, o “impossível” é um conceito bem relativo e falho, “impossível” mesmo e incompreensível é superestimar-se e não tentar. E quando pensei que já havia superado os obstáculos, em relação à prática sim, me deparei com uma dificuldade ainda maior, universal e transcendental, o pensamento limitado, alienado e alimentado pela ignorância, à única treva que é capaz de destruir e consumir o racional.
Somente espero que, algum dia, seja desmentido toda a relação e falsa imagem que é feita entre o POLE DANCE e os diversos conceitos. De modo que não mais seja associado à prostituição, aos cabarés, ao sexo explícito, ao KAMA-SUTRA entre outras comparações vergonhosas e sem nexo. É o que sonho

Pole Dance X Preconceito X Autoestima – Por Izabella Bitencort

14 fev
Mais um depoimento de uma aluna do Studio Naiara Beleza Pole Dance Art Fitness.  Dou a palavra para minha belíssima e queridíssima Izabella Bitencort:
Pole Dance X Preconceito X Autoestima
Impossível falar sobre Pole Dance sem revisitar outros dois temas: preconceito e autoestima.
Preconceito, em uma de suas acepções, significa idéia preconcebida. Ou seja, é a idéia formada antes que algo seja conhecido, gerado. Portanto, apesar da carga pejorativa que essa palavra transporta em sua essência, todos nós temos preconceitos diversos.
Para mim, até então, Pole Dance não seria mais do que uma ótima atividade física aliada à diversão. Imaginei que encontraria mulheres que, como eu, estavam buscando uma atividade diferente do convencional. No entanto, descobri que cada uma de nós teve um motivo específico para começar a praticar essa dança. Algumas não se achavam interessantes ou sexies o suficiente; outras queriam preparar uma surpresa para o marido ou namorado; outras encaravam como um marco, o ínício de uma nova fase da vida, dispostas a assumir uma personalidade mais forte, permeada por autoconfiança, autosuperação e novas conquistas. Contudo, percebi que todas nós temos algo em comum, tivemos a coragem de experimentar algo que a sociedade não vê com bons olhos. Confesso que tive certo receio de contar para alguma pessoas quando comecei a praticar essa atividade, há pouco mais de um mês. Minha mãe, que sempre me surpreende, apenas disse: “Faz mesmo, você está certa, nós temos que fazer aquilo que nos dá prazer!”
Quanto à autoestima, impossível não ser modificada a partir do momento em que se começa a praticar Pole Dance. Certamente para melhor! O apreço que temos por nós mesmos melhora não só por causa das mudanças físicas que essa dança proporciona. A evolução na forma física é apenas um reflexo e diretamente proporcional às melhorias em todos os sentidos e dimensões.
Por todos esses motivos envolvendo preconceito e autoestima, é que posso afirmar que Pole Dance não é apenas uma excelente atividade corporal, mas também mental, intelectual e espiritual.
belaIzabella Bitencort.

Meus Dois Amores: Pole Dance e Matheus Rocha

4 fev

Meu maridinho lindo não poderia deixar de se pronunciar, conhecemos juntos o pole dance, com vocês, Matheus Rocha:

Olá, meu nome é Matheus Rocha, e estou 1h sem o pole dance. É isso mesmo, sou mais um usuário convicto desse esporte que só vem crescendo e ganhando cada vez mais o respeito de todos. Comecei a usar o mastro nas ruas de BH com minha maior incentivadora, Naiara Beleza, hoje em dia ela tem um espaço só para alimentar os usuários/praticantes de Pole dance… Pra mim a pratica do pole dance não foi fácil, veio com uma pitada a mais de preconceito, (por ser homem), mas, com minha vontade e entusiasmo já consigo converter esse sentimento de alguns em admiração. Hoje posso dizer que se pudesse escolher uma profissão que me trouxesse felicidade e realização com certeza falaria: POLE DANCE.

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Pra finalizar, um video de um pequeno ensaio meu para quem tiver interesse de ver: