Meu Despertar – Por Daniella Salgado

28 jan

Agora é Dani Salgado quem relata pra gente como foi que o Pole Dane entrou na vida dela:

Um dia acordei e a ficha caiu: eu, que me casei com 22 anos e fiquei grande parte de minha vida casada, me vi divorciada, com uma filha de 13 anos e em busca de algo que não sabia  o que era… Pensei que talvez precisasse de uma terapia, de uma orientação… Enfrentar o mundo de hoje cada vez mais superficial e frio! Logo eu, tão emoção, tão sentimento! E o que poderia fazer para apartar esse vazio? Mudei a pergunta para: qual é a coisa que verdadeiramente une a humanidade? Que os comove de forma unânime e verdadeira? A ARTE!!! Minha história com a arte é antiga, oito anos de balé clássico, um ano de teatro, tantos anos de dúvidas, inquietações e desejos! Então, começou a minha busca pela dança, o meu retorno, o meu autoconhecimento… Queria algo diferente, algo inédito… Estava cansada do igual, do óbvio, do conhecido… Foram noites sem dormir revivendo e buscado uma cura para minha paixão interior. PAIXÃO! Sentimento tão intenso e fugaz que nos desestrutura em toda a sua subjetividade! Comecei a fazer Pole dance e me senti como uma criança que vai pela primeira vez à praia! Tão grande, tão lindo, tão surreal! Difícil definir esse sentimento interior… Era o meu “eu” indo de encontro dos meus desejos mais profundos… Como pude me subjugar tanto? Me colocar em segundo plano? Como deixei essa paixão guardada tão fundo? A dança no pole nos eleva a alma, nos faz voar e nos ensina a ter equilíbrio entre sensualidade e sutileza… É sentir a arte de forma sexy e romântica… Mostrar o que é belo, sentir a essência em toda a sua singularidade… O gozo inocente da própria existência!

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Só tenho a agradecer ao amor que sinto com o Pole dance… Conquistei o verdadeiro ideal do ser humano: “amar, apaixonadamente e encontrar a tão sonhada paz interior!”
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O Pole Dance É Um Esporte Democrático – Por Fernanda Alves

23 jan
Depoimento lindo da Fernanda Alves, este é para quem acha que “não serve para o pole dance”…não vou falar mais nada, deixo com ela agora:
Devido a muitas coisas, passei por um período de 2 a 3 anos (não sei ao certo) em depressão. Engordei uns 20 quilos, não tinha vontade de fazer nada e minha autoestima era inexistente. Sempre fui sedentária, mas nesta época sedentarismo era um eufemismo para a minha condição. Quando comecei a melhorar e me preocupar com minha aparência novamente, percebi que ia precisar de um milagre! Mas, infelizmente, não tinha nenhuma fada madrinha por perto para fazer um “Bibbidi-Bobbidi-Boo”, então comecei a considerar minhas possibilidades.
Nunca gostei da maioria das atividades físicas – na época da escola eu respondia à chamada nas aulas de educação física (para não “bombar” por faltas) e me esgueirava para fora do pátio enquanto as capitãs escolhiam as garotas dos seus times – mas gosto e sempre gostei de dançar. Considerei voltar às aulas de dança de salão, mas eu precisava de uma atividade física que me ajudasse a perder peso e evitar a flacidez – e rápido, de preferência. E ainda tinha a dificuldade de achar um exercício adequado, porque sofro de fibromialgia. Me lembro que na época estava passando uma novela que tinha uma personagem que era dançarina de boate (acho, porque eu não assisto a novelas) e minha irmã sugeriu que fizéssemos aulas de pole dance. Achei a ideia fantástica, já que pensei que seria uma forma divertida de malhar. Fiquei, então, encarregada de encontrar lugares na cidade que oferecessem aulas e foi dificílimo encontrar, mas consegui achar alguns.
Começamos a fazer aulas em janeiro – apenas 1 vez por semana – e me apaixonei perdidamente! Porém, o estúdio em que eu estava fazendo minhas aulas ficava um pouco “fora de mão” para mim e eu queria muito fazer mais aulas por semana, até mesmo porque, para eu conseguir o resultado que eu queria, eu precisaria fazer mais de uma aula por semana, né? Então, num belo dia, recebi um e-mail de uma professora com a qual tinha entrado em contato na época em que estava procurando lugares para fazer aulas. Ela estava inaugurando seu estúdio e por isso estava entrando em contato com todas as pessoas que a tinham procurado interessadas nas aulas. E o estúdio dela era na Savassi! Super fácil de chegar! Foi então que conheci minha professora, Naiara Beleza. Uma menina-mulher linda, atenciosa, carinhosa e, o mais importante, SUPER talentosa!
Depois de apenas duas aulas com ela, consegui fazer coisas que não tinha conseguido fazer nos cinco meses em que vinha praticando. Não porque o outro estúdio fosse pior (até mesmo porque a abordagem é totalmente diferente), mas porque a Naiara não segue um programa específico e tenta nos ensinar individualmente, dentro do que somos capazes de fazer. Confesso que muitas vezes, quando ela me passava um novo movimento, eu tinha vontade de “avançar no pescoço dela”, pensando: como ela pode achar que eu vou conseguir fazer isso?!?!?!? Mas ela sabia do que estava falando e eu realmente conseguia… rs
Dispensável dizer que boa parte dos meus quilos extras já se foram – não sei quantos, porque não me peso, mas já diminuí dois números nas minhas roupas. E a autoestima? Já tinha se restabelecido muito antes disso. Voltei a sair, a paquerar e, principalmente, a me sentir bem comigo mesma. Continuo não sendo uma atleta – meu alongamento, por exemplo, é ridículo (acho que em função da fibromialgia) – mas meu condicionamento físico e meus músculos já melhoraram demais! Não me imagino sem pole dance mais e recomendo a todas as pessoas porque, além de ser divertidíssimo, é o exercício mais completo que eu já vi. E a paixão é tão grande, que colocamos um poste na nossa sala para praticarmos sempre que quisermos.
É isso. Ainda tenho muita coisa para aprender, mas não tenho pressa. Vou me divertindo no processo. =D
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O Pole Dance na Minha Vida – Sá Kuroda

21 jan

Sabrina Kuroda

Pole Dancer

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O Pole Dance me dá aquela pitada de auto estima que toda mulher precisa todo dia. Aquele dia em que você está cansada, que você está desanimada, aquele dia que você está se sentindo a última. Toda mulher precisa de auto estima. Nós somos maravilhosas, mas não nos sentimos assim o tempo todo.

O Pole entrou em minha vida num momento em que eu precisava de alguma coisa nova, porque eu estava cansada de tudo. Sabe aquele momento em que você está achando tudo sem graça? Pois é. Saio da aula feliz. Simplesmente feliz. Ainda não consegui explicar isso pra ninguém. Sou Personal Trainer, me formei em Educação Física e já fiz vários tipos de esporte e exercícios, mas nenhum me trouxe tanta alegria e realização. Você se sente, e é isso. Pole Dance me deixa feliz!!!

Como O Pole Dance Mudou Minha Vida – Por Ju Xavier

19 jan

Antes do texto da Ju, um parágrafo pra mim: A proposta geral do blog é dismistificar o Pole Dance. Fico feliz quando ganho bons feedbacks- como o comentário que recebi no post anterior, uma tal de Silvia disse: “O Pole, agora eu sei: é completo. Ele é dança, ginástica localizada e terapia. É Yoga, circo e filosofia. É um tanto de coisa e não é nada disso. Isso porque é único. É Pole Dance.” confesso q tinha um certo preconceito, mas achei tão interessante que quero tentar um dia!!!! “  – que bom Silvia!! será muito bem vinda no dia que quiser tentar -além dela acredito que uma boa porcentagem de quem entra aqui (uma média de atualmente 300 pessoas  por dia) tem esta mesma percepção. Vou ficar satisfeita mesmo quando toda cidade mudar sua opinião. Ambição minha? não, necessidade. Quero um dia, enfim, continuar com o que amo, receber respeito e conquistar respeito também para todas as praticantes e futuras  praticantes. Que ninguém tenha que passar pelas situações que passei e passo.

Agora o relato da Ju Xavier, que atualmente  é minha aluna e também professora de Pole Dance  no nosso Studio.

Como o Pole Dance Mudou Minha Vida –  Júlia Xavier

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Nunca fui uma atleta, muito menos uma dançarina. Quando pequena, jogava futebol com meu irmão e seus amigos, mas sem muito sucesso. Procurei aulas de jazz, mas, mais uma vez, vi que não levava jeito pro negócio. O tempo passou e me tornei aquela menina que matava aula de educação física pra ficar conversando no banheiro, com total horror a esportes. Insatisfeita com meu corpo, tentei por anos ir à academia, mas detestava tudo. Não via mudança física alguma (mesmo por que não fazia com regularidade), e era um verdadeiro desperdício de tempo e dinheiro.
Não me lembro bem como nem quando conheci o Pole Dance. Há uns 3 anos me interessei, sabe-se lá como, pela dança. Procurei por aulas em BH, mas só havia um único estúdio que era inviável pra mim, por ser longe e muito caro. Assim, deixei de lado a ideia de praticar pole dance. Pensei também: ‘não tenho força alguma, muito menos flexibilidade, não sou sexy o suficiente e nem tenho um corpo bonito pra dançar’ – mais um motivo para desistir.
Eis que, no ínicio de 2012, uma amiga mencionou que conhecia uma pole dancer que começaria a dar aulas na Savassi (excelente para mim, que moro do lado). Nisso, recuperei totalmente o interesse pela dança, e mal via a hora de começar. Falei pra mim mesma que daria o melhor de mim e seria a melhor aluna, mais dedicada e apaixonada pela dança. Não deu outra. Logo na minha primeira aula experimental, mesmo que desajeitada, me apaixonei. Não ligava pras dores e roxos pelo corpo, muito pelo contrário. Achava que eles demonstravam o quanto eu realmente me dedico e amo o pole dance. O tempo foi passando e vi que levava jeito pra coisa. Fiquei forte, ganhei flexibilidade e o melhor – auto confiança. Fiquei, finalmente, satisfeita comigo mesma e com meu corpo.
Infelizmente, nem tudo são flores. O paradigma que paira sobre o pole dance ainda é muito forte. A primeira coisa que minha mãe disse quando contei que faria aulas foi ‘é aquela dança de stripper?’ e eu respondi que sim, era, mas que ia muito além daquilo. Mostrei vídeos de atletas, mas não consegui tirar o preconceito dela. Ainda hoje tenho que esconder do meu pai e do resto da família, que pensariam no mínimo que eu estaria dançando em boates de strip. Isso não me fez desistir, apenas me motivou mais ainda a mostrar o que realmente é o pole dance. Me apresentei na faculdade, com pessoas de mente muito pequena, mas que, no fim das contas, adoraram e falaram que nunca pensavam que o pole dance seria dessa forma. Fiquei muito feliz com reconhecimento e admiração que ganhei das pessoas. Ganhei, além de tudo, respeito.
Atualmente sou completamente viciada em pole. Não consigo ficar mais de uma semana sem praticar, e posso falar que finalmente me encontrei em algo e me identifiquei. Apresento em festas com roupas mínimas, com a maior auto confiança em mim mesma, sem nenhum pudor em relação ao meu corpo. Fui tão dedicada que passei a dar aulas com menos de 8 meses de prática. Progredi muito rápido, pois fui motivada pelo amor e admiração que tenho pela dança. Consegui fazer movimentos que jamais pensaria que fosse capaz. Extrapolei o que achava que era meu limite, e vi que sou capaz de muito mais. Recomendo o pole dance para TODAS as mulheres: altas, baixas, gordinhas, magrelas, tímidas, extrovertidas… é simplesmente apaixonante!

Ensaio sobre o Pole Dance (e as angústias de um relacionamento sério)- Por Lu Senra

16 jan

Falar de um relacionamento é sempre algo delicado, sensível. Pra mim, é quase uma angústia. Fico sempre meio aflita ao explicar minha relação com o mastro, com a dança, com o Pole Dance. Tem gente que me pergunta e ouve com sincera curiosidade. Alguns me julgam precipitadamente e preferem mudar de assunto. Tem também aqueles que acham que é machista (ou até feminista) e querem politizar o tema. Outros acham que estou louca, perdi a cabeça ou estou doente. Não entendem que Pole pra mim não é doença alguma. É cura.

Foi uma tentativa meio forçada (confesso) de tentar alavancar minha auto estima. A dança do ventre, que insisti por alguns meses, começou do mesmo jeito. Lembro que na minha primeira aula não fiz nada, fiquei toda bicho-do-mato, me cansei de fracassar e observei as outras meninas…tão talentosas elas. Fui embora pra casa frustrada, meio na dúvida se animaria a experiência do primeiro mês. E é bom que  aquele velho ditado realmente serve pra tudo: “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”. A insistência me trouxe paixão pela dança, orgulho de mim mesma, amizade, consciência corporal, auto estima e conhecimento. Me trouxe também uma barriga tanquinho. Mas isso é o de menos. A insistência me trouxe experiência para falar para essas meninas de primeira aula (que, como eu, teimam em não sair do chão) que vale a pena tentar mais um pouco. Dar uma chance ao próprio corpo, ao próprio talento. Tudo é com tempo. E paciência também é uma das principais lições.

Agora,  estou tentando quebrar meus temores de falar sobre esse relacionamento. Até porque, como publicitária que sou, fico tentada em apresentar essa coisa maravilhosa para outras meninas, para minhas amigas e conhecidas. Não quero converter ninguém. Pole Dance não é religião. Acho apenas que uma coisa que faz tão bem e é tão maravilhosa não deveria ser vítima de tanto preconceito. O Pole, agora eu sei: é completo. Ele é dança, ginástica localizada e terapia. É Yoga, circo e filosofia. É um tanto de coisa e não é nada disso. Isso porque é único. É Pole Dance.

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Lu Senra.

O Pole Dance Na minha Vida – Por Gerdi Martins

15 jan

Mascote: Uma palavra que definiria minha infância e adolescência. Sempre protegida por todos, a menor da turma, a mais quieta, mas cheia de sonhos e desejos. Sempre pensava quero fazer isso, eu curto isso, ai uma voz dizia: mas e os outros, vai decepcioná-los?
Deixava de me vestir como queria fazer atividades que me interessavam para preservar as outras pessoas.
Nunca fui de farra, sempre na minha, gosto da minha companhia, sempre amei a arte, e não fazer o que me causa curiosidade fazia mal para meu corpo, mente e alma.
Um dia chato, sem nada para fazer, buscando informações na internet sobre assuntos gerais, descobri um vídeo de uma pessoa que me causou arrepios, pela sua delicadeza, leveza e sensualidade, vendo vídeo senti necessidade de me libertar, ela estava livre e com expressão de segurança e felicidade, assim conheci o pole dance e minha musa inspiradora: Felix Cane.
Na mesma semana fui à minha primeira aula, e apaixonei completamente.
Hoje tenho muitas informações, fotos, vídeos de pessoas que me encantam no pole dance.
Hoje me vendo treinando no  estúdio Naiara Beleza Pole Dance Art Fitness ou em casa me sinto livre, sensual e poderosa.
Entre espacate, parada de mão, giros e roxos, me supero a cada dia e é só o começo de uma carreira.
Descobri-me, hoje brinco comigo, com meu estilo e não deixo de fazer nada que me proporcione prazer e alegria.
Estou na minha melhor fase e me preparo para novos desafios, campeonatos e muita diversão.
Por que Pole Dance é mais que uma atividade física, é diversão, superação.
Viva o Pole dance, viva a minha liberdade.

GE

   Gerdi Martins:

Como o Pole Dance Me Fez Fazer as Pazes Com As Aulas De Educação Física – Por Marcela Xavier

5 jan

Agora começo a colocar alguns depoimentos de alunas.

O primeiro que vou postar eu particularmente  gosto muuuito, foi escrito pela linda da  Marcela Xavier , um depoimento bem sincero e delicado que foi postado  no  seu blog , que desde então eu acompanho, ela escreve tãaao bem^^:   One Less Margarita.

Como o Pole Dance Me Fez Fazer as Pazes Com As Aulas De Educação Física:

Marcela Xavier

Sabe, eu nunca fui muito chegada a atividades físicas.

A minha mãe bem que tentou. Balé, Natação, Vôlei, um curso básico que envolvia todos os esportes… Ela só não me deixou fazer Futebol porque achava que eu ia virar sapatão e nem Ginástica Olímpica porque ela achava que ia me deixar deformada.
Acabou que  a minha infância inteira foi uma tortura, quando se tratava de esportes. Nas aulas de vôlei, eu, baixinha e meio gordinha, tinha que dar um duro danado perto de umas meninas esguias que pareciam que flutuavam, enquanto eu dava o melhor de mim pra dar uns pulos de 2cm de altura. Houve, inclusive, um incidente envolvendo uma modelo infantil que era a garota propaganda de uma rede de escolas particulares e uma bolada na cara – dela. E uma tentativa, falha, de uma bolada na minha cara. E a mãe dela furiosa… mas isso é assunto pra depois.
No balé, eu me sentia a própria Pequena Miss Sunshine, só que eu não tinha nem um terço da auto confiança dela. De novo eu tinha que lidar com umas meninas muito magras, lindas e loiras, e tentar manter a minha postura dentro de um collant que ficava apertado demais na minha barriga e largo demais nos meus (não) peitos.
A natação me dava uma perguiça de morrer porque eu tinha que colocar um maiô e uma touquinha, depois sair enrolada numa toalha, e fazia frio, e tinha que tomar banho no vestiário do clube com aquele tanto de mulher pelada… Realmente, não.
Quando completei 10 anos eu mudei de uma escola pequena pra um colégio grande onde eu acho que nunca me enturmei de verdade. Eu ODIAVA as aulas de Educação Física, eu nunca era chamada pra nenhum time e eu gostava mesmo era de ficar sentada lendo, ou jogando damas, ou vendo o tempo passar.
Os anos se passaram e eu sobrevivi com atestados ligeiramente mentirosos que me deixavam de fora da tortura da Educação Física. E esse foi o fim do meu relacionamento com os esportes.
Até que o Pole Dance apareceu na minha vida.
No começo eu me senti meio boba, pesada demais pra me sustentar no mastro, e longe de ter aquele corpo incrível que a gente vê nas meninas que dançam no pole. Antes da primeira aula eu sofri muito de uma auto tortura psicológica, achando que ia ser que nem o balé e que eu ia ser a gordinha da turma e que eu ia falhar miseravelmente… Só que não foi assim!
Lá eu encontrei um tanto de meninas normais, tipo eu. Magrelas, normais, cheinhas, com curvas, sem curvas, com peito, sem peito… E todo mundo muito motivado e se ajudando. Uma delícia!
marcela xaier2
E o tempo foi passando e eu fui ficando forte. Dominando uns giros aqui e ali, e me sentindo incrível por ter adquirido essas  habilidades de superstar. A Naiara, a minha professora, é a mais fofa do mundo. Ela vive me incentivando, e sempre me apresentando uns desafios novos. A aula não segue um roteiro, a gente faz o que dá conta e sempre quer mais. E entre os giros, as inversões e alguns tombos ocasionais, a gente ri, e rola no chão, e conta casos, e dança É O Tchan, Nirvana e Katy Perry.

Finalmente praticar um esporte não é um fardo, e quem sabe em outra vida eu vou ter uma professora de Educação Física bacana que nem a Naiara pra me fazer aproveitar enquanto eu mexo o meu corpinho!
E se você estiver em Belo Horizonte um dia, fala com ela e marca uma aula experimental. Sério!